MENU

Políticos brasileiros e a aproximação com autoridades palestinas

É revoltante vermos o Brasil, através de políticos duvidosos, se empenhar em estreitar ainda mais os laços com a nação do terror autodenominada Palestina.


Cristovam Buarque e brasileiros
Políticos brasileiros e a aproximação com autoridades palestinas

No final do mês de janeiro deste ano, veio a Israel por 5 dias, uma comitiva organizada pela Conib (Confederação Israelita do Brasil). Nesta comitiva vieram alguns políticos brasileiros: Ministro da Educação José Mendonça Filho (DEM – PE), Senador Álvaro Dias (Podemos-PR), Senador Cristovam Buarque (PPS –DF), Senador Lasier Martins (PSD – RS), Deputado Arthur Maia (PPS – BA) e Deputado Guilherme Mussi (PP – SP).

A Conib declarou que “a melhor forma de conhecer a realidade local é estar lá presencialmente e ter acesso a diferentes pontos e vista, incluindo lideranças árabe-israelenses e palestinas” e que “o impacto dessa realidade nos parlamentares brasileiros ajuda a transformar a visão que eles têm de Israel e certamente ajudará a melhorar as relações entre os dois países”.

Quanto a iniciativa da Conib em trazer estas autoridades para Israel, ao meu ver é boa, porém, a extensão desta viagem para alguns destes políticos para se reunirem com autoridades na Palestina, foi perigosa e desnecessária.

O Embaixador brasileiro Francisco Moro, que trabalha no Escritório do Brasil em Ramallah, sede da Autoridade Palestina, esteve no dia 30 de setembro de 2017 em reunião com membros da Autoridade Palestina, tratando da visita do Ministro de Educação do Brasil.

Conforme a foto abaixo, o Embaixador Francisco Moro, se reuniu com o Ministro de Educação da Palestina e assumido anti-Israel, Sabri Saidam.

Francisco Moro e Sabri Saidam
Francisco Moro e Sabri Saidam

As principais pautas desta reunião foram:

– A visita do Ministro da Educação do Brasil à Palestina
– Acordo de Cooperação entre Palestina e Brasil, inclusive tratar de um intercâmbio com menores marginalizados (ou seja, os palestinos querem enviar menores marginalizados para fazerem intercâmbio no Brasil – como se já não tivéssemos problemas demais com os menores de nosso país, agora teremos que nos preocupar com menores oriundos de um local que promove o terrorismo).
– Formas de combater a incitação israelense contra a educação palestina.
– Agradecimento ao apoio do Brasil à Palestina através da UNESCO e sua estreita cooperação com a Palestina em vários campos.
– O Embaixador brasileiro disse que a visita do Ministro da Educação estabelecerá uma relação mais contínua para assegurar o ressurgimento do acordo de cooperação entre o Brasil e a Palestina

Nesta reunião estiveram presentes o subsecretário Bazri Saleh, o diretor geral de relações internacionais e públicas Nadeem Sami e o diplomata brasileiro o Secretário Leandro Vieira Silva.

No dia 1 de fevereiro a visita do Ministro da Educação do Brasil, Mendonça Filho se realizou. Ele seguiu para a fronteira de Israel com a Palestina e entrou com sua comitiva em Ramallah, sem nenhum israelense junto e foi recepcionado pelo Escritório do Brasil em Ramallah.

Mendonça Filho e Sabri Saidam
Mendonça Filho e Sabri Saidam

Em seguida se dirigiu para uma reunião com Sabri Saidam, Ministro da Educação Palestina. A única menção do Sr. Ministro da Educação do Brasil foi em seu Facebook dizendo ter estado em reunião com o Ministro Palestino. Porém tivemos acesso a parte do conteúdo da reunião, que tratou do acordo para intercâmbio de bolsas, inclusive entre pesquisadores palestinos e brasileiros.

Sidam aproveitou para atacar Israel, como é de costume, dizendo que enfrenta violações de Israel que ataca os currículos escolares, distorcendo a história e assim a identidade palestina.

Saidam agradeceu o apoio do Brasil à Palestina e ao Ministério da Educação através da UNESCO, elogiando inclusive o relacionamento histórico entre os povos palestino e brasileiro. O Ministro brasileiro expressou que o encontro deles reflete os laços profundos entre os dois países e o desejo sério de oferecer serviços de qualidade para a Palestina. Esta reunião não foi noticiada por nenhum veículo de imprensa no Brasil.

Em seguida, no dia 2 de fevereiro, foi a vez do Senador Cristovam Buarque, que chegou a Ramallah, aproveitando a viagem que havia sido paga pela entidade israelita. Cristovam Buarque foi recebido pelo Embaixador do Brasil Francisco Moro e pelo Secretário Leandro Vieira Silva, do Escritório do Brasil em Ramallah e seguiram para reunião com Sabri Saidam, Ministro da Educação da Palestina e sua equipe.

Cristovam Buarque ficou sentado junto de uma das bandeiras da Palestina. Observem no detalhe a foto do líder da OLP e terrorista Yasser Arafat.

Ao lado de Cristovam Buarque, o Embaixador do Brasil, Francisco Moro e o Secretário Leandro Vieira Silva.
Ao lado de Cristovam Buarque, o Embaixador do Brasil, Francisco Moro e o Secretário Leandro Vieira Silva.

Foram discutidos diversos temas, inclusive os preparativos do acordo de cooperação entre Brasil e Palestina, a criação de uma escola de futebol do Brasil na Palestina e a situação da educação na Faixa de Gaza e os desafios da educação na Palestina.

Cristovam Buarque expressou sua felicidade neste encontro, descrevendo-o como uma oportunidade importante de aprender sobre a educação na Palestina e as histórias de sucesso, conquistas e desafios que enfrentam. Cristovam Buarque enfatizou seu desejo de fazer contribuições que apoiem a educação e a transferência de ideias e propostas que foram levantadas durante a reunião.

Agora vamos juntar alguns fatos. Em 2014 os Palestinos atacaram Israel com 4.564 mísseis e foguetes, muitos deles lançados a partir de escolas da UNESCO na Faixa de Gaza, para que Israel, ao retaliar, atingisse escolas a fim de adquirirem comoção internacional.

Durante esse ataque incessante dos Palestinos contra Israel, a então Presidente Dilma Roussef, chamou o Embaixador do Brasil em Israel, Henrique Sardinhas, para consultas. Para o bom entendedor, quando uma nação chama um embaixador de volta, quer dizer que está ameaçando romper relações com o país, assim como fez a Venezuela.

Pois bem, no dia 30 de julho de 2014, o Senador Cristovam Buarque foi a plenário e em pronunciamento defendeu a posição de Dilma de chamar de volta o embaixador e disse exatamente assim: “Dilma agiu corretamente ao manifestar o descontentamento do povo brasileiro. Ela falou em meu nome” e ainda acrescentou que “Israel, ao tentar acabar com alguns terroristas, está destruindo um povo inteiro”.

Agora vamos entender melhor a situação da educação na Palestina.

O Ministro da Educação da Palestina, Sabri Saidam ataca Israel diariamente em suas entrevistas e ações. Ele atua ao lado de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. O conteúdo dos livros didáticos palestinos é totalmente manipulado pelos grupos terroristas e seus líderes, incluindo Sabri Saidam.

Tais livros ensinam as crianças, desde pequenas, a odiar Israel e a negar sua existência nesta terra há mais de 5.000 anos. Já foram relatados diversos casos de escolas palestinas, mantidas pela UNESCO, estarem promovendo a violência e ódio contra os judeus, principalmente professores destas escolas postando em suas redes sociais, incitamento ao terror.

Alunos de escola palestina em apresentação “como se deve matar israelense”
Alunos de escola palestina em apresentação “como se deve matar israelense”

Com a votação na UNESCO que criminosamente desvinculou o Monte do Templo com o povo judeu, inclusive que recebeu o voto a favor do Brasil, Sabri Saidam conseguiu ainda mais apoio para retirar qualquer menção dos judeus e Israel de seus livros didáticos, ensinando cada vez mais mentiras para as crianças.

Um outro agravante disso é que o Ministro da Educação da Palestina Sabri Saidam, que recebeu o Ministro da Educação do Brasil Mendonça Filho e Cristovam Buarque, tem colocado nomes em suas escolas em homenagem a terroristas e colaboradores do nazismo. Ele já foi questionado sobre isso e alega se tratarem de mártires. Atualmente 75 escolas da Autoridade Palestina possuem nomes ou de terroristas ou de colaboradores do nazismo, sendo ensinados como se fossem heróis para as crianças.

Dalal Mughrabi
Dalal Mughrabi

Esta escola acima, se chama Dalal Mughrabi. Ela foi uma terrorista que sequestrou um ônibus e assassinou 37 judeus, incluindo as 12 crianças ao lado.

Crianças judias mortas
Crianças judias mortas

O Ministério da Educação da Palestina é assim, liderado por terroristas, dando nome de terrorista que matou crianças judias escolas que deveriam ensinar crianças para o bem e não para o ódio e o terror. É revoltante vermos o Brasil, através de políticos duvidosos, se empenhar em estreitar ainda mais os laços com nação do terror autodenominada Palestina.



Assuntos:


Deixe sua opinião!